PROJETO MONTAUK - Controle da Mente





O eletro-magnetismo não apenas permite a invisibilidade, mas também influi na mente humana. Muitos sobreviventes do Experimento Filadélfia teriam tido sua sanidade mental comprometida. Isso podia ser verificado em experiências com animais que, após exposição a campos eletromagnéticos, teriam mudado seus padrões comportamentais. Nem precisa dizer que os militares adoraram a possibilidade de influenciar o comportamento de exércitos inimigos. Assim, surgiam os experimentos subterrâneos na base de Montauk. Por mais fantástico que possa parecer, o Projeto Montauk só foi possível graças à implantação de tecnologia alienígena. Seria muito difícil supor que todas as tecnologias necessárias para possibilitar os experimentos de Montauk fossem provenientes única e exclusivamente de nós. Tendo Preston Nichols como um dos cientistas envolvidos, este daria a descrição minuciosa do que aconteceu em Mountak.

Recebendo o nome de Phoenix II, que seria a conjunção dos resultados de Phoenix I (Filadélfia) com a possibilidade de estabelecer o controle da mente, o Projeto Montauk foi instalado secretamente no subsolo da antiga base abandonada de Montauk. O projeto consistia em expor pessoas a poderosas ondas eletromagnéticas para causar modificações em seus padrões mentais (influindo diretamente no comportamento e nas emoções). Com o acordo estabelecido com os alienígenas nas qual ganharíamos suporte tecnológico, os alienígenas por sua vez, seriam

beneficiados com a chance de realizarem experiências com seres humanos (há inúmeras versões sobre o que consistiam de fato), na qual eles também se usariam das instalações de Montauk. Ou seja, eles cometeriam todo tipo de atrocidades conosco sem serem importunados, ou melhor... com a cumplicidade do governo norte-americano. Na revista Ufo 71 há um excelente texto de Fernando A. Hungria que fala sobre o que ficou conhecido como “os meninos de Montauk”. Segundo Fernando, num espaço de dez anos foram raptadas cerca de seis mil crianças loiras de olhos azuis com idade de 11 a 18 anos para os alienígenas as usarem nas suas experiências (na qual não se sabe exatamente o que consistia). É claro que existem muitas outras versões sobre as supostas atividades alienígenas em Montauk. Em uma outra versão é colocado que eles tentavam resolver uma distorção causada pelo vórtice de tempo-espaço gerado no Projeto Filadélfia e que estariam afetando as dimensões próximas a nossa. Como podem ver, são várias as versões...algumas dando uma imagem bastante fria e cruel aos alienígenas e outras nem tanto. O triste é que essa dúvida em relação aos alienígenas não é igualmente válida para os seres humanos envolvidos nisso. Quem realmente representa um perigo para a humanidade? Os alienígenas ou nós mesmos?

A base de Montauk, apesar de desativada, possuía as condições necessárias para a implantação do experimento Phoenix II. A base possuía o poderoso radar Sage que transformava-se numa gigantesca antena parabólica que concentrava freqüência eletromagnética de pico. O radar Sage era direcionado para uma segunda antena de proporção gigantesca que se encontrava enterrado no subsolo. Essa conexão gerava um vórtice (uma espécie de um túnel formado de plasma que teria a cor púrpura e era extremamente brilhante). No subsolo havia imensos níveis secretos e no principal estava o “coração” do Projeto Montauk: uma cadeira fornecida pelos alienígenas que seria usada pelo sensitivo Duncan Cameron. Nesta cadeira havia vários eletrodos que eram ligados nos chakras de Cameron. Os eletrodos captavam os padrões mentais e bioenergéticos e estes, através de diversos equipamentos, acabavam sendo processados num supercomputador chamado de Cry I que, por sua vez, transformava-os em códigos binários. Esses códigos eram enviados para um outro supercomputador que os transformavam em frequências que o radar Sage era usado para emitir. Os transistores se encontravam no farol de Montauk. Este projeto funcionou durante a década de 70 e início da década de 80.





O Projeto Montauk acabou trazendo respostas chocantes para o que havia acontecido com o Projeto Filadélfia. As bobinas de Tesla haviam realizado uma operação similar com o que foi feito em Montauk. O navio DE 173 Eldridge teria ficado preso entre as duas extremidades do vórtice (hiperespaço). Inclusive, como já foi colocado, durante a realização do Projeto Filadélfia, os tripulantes do DE 173 Eldridge entraram em pânico e, na ocasião, dois marinheiros teriam pulado para a água. No entanto, ao invés de cair na água, eles teriam ido parar na base de Montauk. Os dois marinheiros teriam se deslocado no espaço e também no tempo, afinal é “apenas” uma diferença de 40 anos. E eles não teriam vindo sós do Projeto Filadélfia, lembra do mastro principal que havia sumido do DE 173 Eldridge?

Essas revelações fantásticas do Projeto Montauk são apenas o início. Durante esse dia, havia alguns ÓVNIs sobrevoando a cidade de Montauk sendo que um deles fora sugado pelo vórtice e acabou se materializando em um dos imensos níveis subterrâneos da base. Os tripulantes alienígenas do OVNI eram provenientes de Orion. Com ajuda dos alienígenas, os dois homens do Eldridge teriam sido devolvidos para o destróier na data exata.

Enquanto tudo isso ocorria em instalações secretas no subsolo, na superfície havia centenas de soldados que não teriam a mínima ideia do que lá acontecia e, ainda mais, que estavam servindo de cobaias para a segunda proposta do Projeto Montauk: as influências do campo eletromagnético sobre o cérebro. Todos estavam sendo bombardeados constantemente com frequências eletromagnéticas que afetariam seus estados de humor. As Forças Armadas norte-americanas usavam seus próprios homens como cobaias de seus experimentos.


Se você ficou chocado com as “crianças de Montauk” que não se sabe “que diabos” aconteciam com elas nas mãos dos alienígenas, o que pensar das atrocidades que eram cometidos por nós mesmos? Segundo depoimentos de Preston Nichols, os militares passaram a se usar de cobaias que seriam mendigos e bêbados raptados nas ruas. Alguns deles eram usados em experimentos de transporte no tempo e nem sempre era possível o retorno. Em função desse completo descaso com a vida humana, houve uma sabotagem do pessoal da equipe dos transmissores (na qual Preston teria feito parte) para tentar impedir que tantas pessoas fossem sacrificadas com as aberrações cometidas em experimentos de Montauk.

Você acha tudo isso fantástico demais para ser verdade? Por mais cético que se possa ser, não é possível ignorar a batalha burocrática que Preston Nichols e alguns políticos ligados a ele enfrentaram em 1994 na tentativa de sensibilizar o congresso norte-americano para que se inicie uma investigação minuciosa sobre o que teria acontecido na base de Montauk na década de 70 e início de 80. Se não houvesse alguma verdade na história de Preston, para que ele teria feito isso? Para se desmoralisar perante a opinião pública? Quando eles conseguiram tal intento, o atentado à bomba de Oklahoma teria garantido a retirada da investigação de Montauk da pauta de urgência que até agora está “congelando” sem data para uma apreciação. Isso parece ser bastante suspeito... não acha?



 

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